Cultura Maker – O que é?

A origem da Culture Maker está no conceito do DIY (do inglês, “Do It Yourself”), que significa “faça você mesmo”. Saiba mais

Por: Rafaella Mira, Executiva de Negócios
Escrito em:  29/09//2021

Ao pensarmos em Cultura Maker como uma metodologia, a vemos como ativa e com o foco totalmente voltado no processo de aprendizagem e desenvolvimento, não no produto final. A exemplo disso, temos esse artigo, a você, caro leitor, não importa quantas horas dediquei me aprofundando sobre o assunto ou debatendo sobre ele e, sim, o produto final: o próprio artigo.

No DIY, o importante é a jornada de conhecimento. Ele voltará os olhos no processo, em como as coisas estão acontecendo, como os projetos estão evoluindo. Haverá erros e isso é normal. O erro faz parte do processo, afinal, quem nasce sabendo tudo?

O erro é o momento mais importante do que chamamos de Cultura Maker. É errando que a pessoa vai parar e refletir: por que não está dando certo? O que posso fazer para obter uma melhora? Assim, surgem as pesquisas, estudos e a conscientização da melhora para poder, então, concluir tal projeto.

Após todo esse processo é feito o compartilhamento à comunidade, ou seja, tudo é feito de forma Open Source: tudo é livre para que outras pessoas possam refazer ou melhorar os projetos que foram apresentados.

E é assim que Fab Labs, Makers spaces ou qualquer ambiente que use das ideias do movimento maker funciona.

A pessoa vai lá, tem uma ideia, executa essa ideia, encontra erros, tenta consertá-los e os documenta. Chegando ao produto final, compartilha com a rede. Essa é a grande sacada do Open Source, pessoas se ajudando a chegar aonde, talvez uma só, não chegaria.

 

Quais as bases do DIY?

 

Em outras palavras e de forma resumida, DIY nada mais é do que a expressão “colocar a mão na massa”. Observar problemas, criar hipóteses, fazer testes, validar resultados, corrigir falhas e chegar a conclusões. E tudo isso, abaixo, é mais do que necessário para o sucesso de cada projeto:

  • Colaboração;
  • Troca de conhecimentos;
  • Busca por soluções para problemas reais;
  • Proatividade;
  • Experimentação e prototipagem.

Vale ressaltar que nem sempre o objetivo apresenta um resultado satisfatório. Pode ser que os caminhos percorridos por cada um para tentar resolver um mesmo problema sejam diferentes. O aprendizado está muito mais no processo do que em suas consequências, ainda que seja brilhante ter esse produto.